PORQUE RESPONSABILIDADE AMBIENTAL???

Refletir sobre a importância da vida e quanto podemos interferir no aprimoramento das condições de vida em coletividade, o uso desregrado dos recursos naturais e os danos a eles causados.
Valorizamos atitudes que refletem a ética e responsabilidade de todos!!!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

CHUVA ÁCIDA

Autor: Adriana Cristina
Veículo: http://www.mundovestibular.com.br/
Data da publicação: Sexta-Feira, 20 de Outubro de 2007
Fonte: http://www.mundovestibular.com.br/articles/472/1/CHUVA-ACIDA/Paacutegina1.html


Resumo da Matéria

Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês, que primeiro utilizou o termo chuva ácida para descrever a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial. Os danos causados pela sua incidência ao meio ambiente são inúmeros. Segundo o Fundo Mundial para a natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus estão seriamente alterados, assim como cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva, sendo que na costa do Atlântico Norte a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida nos últimos vinte anos. Entretanto, milhares de pessoas preocupam-se com o meio ambiente e a adoção de medidas como conservação de energia, purificação dos escapamentos dos veículos e utilização de combustíveis com baixo teor de enxofre, podem evitar a incidência da chuva ácida sobre o nosso meio ambiente.

ANÁLISE CRÍTICA

De maneira imparcial a autora descreve sobre as chuvas ácidas e seus impactos ao meio ambiente. Relata de forma objetiva que um dos seus principais agravantes é o fato de cair sobre locais onde não existe queima de combustíveis, levando a destruição de florestas e aumentando consideravelmente a acidez do mar. Apesar de afirmar que existem milhares de pessoas preocupadas com o meio ambiente, a autora nos leva a crer que os dois países que tem maior preocupação em acabar com a chuva ácida são a Alemanha e a Grã Bretanha. Ao concluir é elucidativa, enumerando medidas que visam evitar a sua incidência sobre o nosso ecossistema. O tema do artigo é atual, possuindo como pontos convergentes com o livro a confirmação que esse fenômeno tem ocasionado a destruição das florestas, a corrosão e deterioração dos monumentos históricos e a constatação que seus efeitos negativos podem ser sentidos a enormes distâncias do local onde ocorrem à poluição.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

O perigo da desertificação da amazônia

Equipe Respambiente*

BRANCO, S. M. O meio ambiente em debate. São Paulo: Editora Moderna, 1988.

Capítulos 04 a 06 – páginas 25 a 43

Samuel Murgel Branco realizou seus estudos universitários na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, no curso de História Natural, especializando-se em ciências biológicas. Desde cedo Apaixonou-se pela natureza, desenvolvendo gosto pelo mar e pelas exuberantes florestas ao pé da Serra do Mar. Em o Meio Ambiente em debate, Branco nos articula que uma das coisas que mais impressionam na floresta amazônica é o fato de que olhando de um avião parece um imenso tapete verde formado pela copa das arvores e o mais interessante é que por baixo dessa densa mata não há vegetação devido ao ambiente sombrio.
Branco nos mostra que ao contrário do que se imagina não são comuns animais herbívoros que não sobem em arvores, como pacas, cutias, porcos do mato e nem seus predadores naturais que vão para o cerrado e pantanal. Outra coisa que também se admira é o fato de que mesmo com solo tão pobre a imensa floresta sobrevive e conforme comprovado por cientistas nacionais e estrangeiros o que ocorre é a renovação através da reciclagem feita pelas próprias árvores através das folhas e ramos mortos decompostos por inúmeros fungos, bactérias e outros devoradores de detritos que por sua vez liberam nitrogênio, fósforo etc., no entanto constata-se que a camada de terra fértil é muito fina, logo com a queima e corte da vegetação nativa a tendência natural é no lugar haver formação de pastos e/ ou plantação de cereais e vegetais de pequeno porte que não se desfolham como as arvores.
Ao ponderar sobre essa constatação, Branco nos leva a refletir sobre o fato de que com um solo pobre aliado à desagregação pelas chuvas constantes, há o acumulo de areia nas depressões e vales formando extensos areais e consequentemente desertos. Uma das conseqüências do desmatamento que também contribui para a formação de desertos é a laterização, ou seja, é a formação de placas impermeáveis devido a eliminação da vegetação natural em contato direto com o sol levando a uma contínua evaporação ocasionando a formação de crostas duras e menos permeáveis.
Referindo-se aos impactos causados pelas indústrias, Branco menciona de forma elucidativa sobre o crescimento populacional e crescente necessidade de aumento da produção de bens de consumo, chama-nos a atenção para os “desperdícios intencionais” com a moda dos descartáveis, nem sempre recicláveis pela natureza. Cita O consumo de energia empregado nessas industrias e ainda a matéria prima, nem sempre reposta pela natureza. A exemplo fala de uma fabrica de celulose que consome como matéria prima plantação de pinheiros, pinus ou eucaliptos devastando florestas quase inteiras no Paraná.
Branco garante que o consumismo não só contribui para os impactos ambientais decorrentes da necessidade crescente de energia e de processos industriais, como também pode causar outro grave problema o esgotamento dos recursos naturais não renováveis e tão preciosos.
* Respambiente é uma Equipe de alunos, Seminário temático do Curso EADADM

O consumo supérfluo

Autor: Rogério Grassetto Teixeira da Cunha
Data da publicação: Sexta-Feira, 28/Março/2008
Fonte: http://www.rts.org.br/artigos/o-consumo-superfluo

RESUMO DA MATÉRIA

O consumismo desenfreado dos supérfluos, aliado ao aumento populacional, constitui os dois pilares da crise ambiental atual. Com a finalidade de estimular o consumo, tornou-se parte de nossa cultura a utilização de descartáveis das mais variadas espécies. O prefeito londrino Ken Livingstone elaborou uma campanha propondo a população que consuma água “torneral” em vez de água mineral. A água mineral gasta energia no processo de extração, sendo utilizado uma enorme quantidade de plástico e vidro para o seu engarrafamento, substâncias que não se degradam rapidamente na natureza. Apesar da reciclagem, estes materiais têm contribuído para a contaminação de rios e lagos, ocasionando o entupimento de lixões e aterros sanitários. A despeito de não se tratar de uma idéia inovadora do prefeito londrino, torna evidentes os efeitos ambientais deletérios do consumismo sem causa, nos levando a refletir sobre a conseqüência de nossos atos e da estrutura insana que criamos para viver.


ANÁLISE CRÍTICA
O autor descreve de maneira crítica sobre o consumismo desenfreado dos supérfluos nos dias atuais. Afirma que já faz parte de nossa cultura o emprego de produtos descartáveis, citando exemplos de sua utilização. Comenta sobre a idéia simples e efetiva do prefeito londrino, que propôs a utilização da água “torneral” em substituição à água mineral. Aprova a idéia do prefeito, apesar de afirmar que ela não é inovadora, mencionando que os prefeitos de Nova Iorque, Veneza e Chicago já lançaram campanhas similares. Entretanto, afirma que ela não irá conseguir resolver todos os problemas ambientais existentes, concluindo que o seu principal valor está em tornar evidentes os efeitos do consumismo sem causa. O tema da matéria é elucidativo e possui pontos convergentes com o livro, sendo que ambos asseguram que o consumismo é um processo eticamente condenável, constituindo uma fonte importante de degradação ambiental.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

AMBIENTE EQUILÍBRIO E ECOLOGIA

Equipe Respambiente*


BRANCO, M. Samuel. O meio ambiente em debate. São Paulo: Editora Moderna, 1988.

Capítulos 01 ao 03 – páginas 07 a 24

Samuel Murgel Branco é biólogo e professor de Ecologia Aplicada da USP, São Paulo e tem consagradas publicações acadêmicas. Em o Meio Ambiente em debate, Branco nos lembra o conjunto de elementos e fatores necessários à sobrevivência de cada espécie, relatando a dependência entre as espécies e os impactos ambientais.
Ao relatar sobre ecologia Branco nos leva a refletir sobre as relações de dependência entre as espécies, afirmando que um ambiente artificial apesar da tecnologia empregada pelo homem é dependente de fatores naturais do meio ambiente. Ao narrar sobre a dependência entre as espécies, cita de maneira clara e elucidativa, o exemplo das formigas, descrevendo sobre o processo de sua dependência do conjunto de vegetais do solo, como fonte de oxigênio. Menciona o fato dos vegetais serem dependentes de inúmeros microorganismos que os transformam em nitratos, correlacionando a dependência de outros fatores ambientais, físicos, químicos e biológicos que tornam possível à vida. Afirma que o homem é o único ser que além do ambiente físico, químico e biológico possui um ambiente cultural e que graças a sua capacidade criativa e imaginativa torna-se cada vez menos dependente do seu ambiente natural, interferindo e alterando a natureza. Entretanto, questiona se esta interferência abusiva da natureza não poderá acarretar conseqüências catastróficas para todo o meio ambiente.
Aludindo sobre a existência do equilíbrio em tudo o que nos cerca, Branco narra sobre a importância dos predadores e dos fatores limitantes que impedem a superpopulação do mundo, citando como exemplo os alimentos disponíveis. Alega que a disponibilidade de alimento em um ecossistema é garantida pelos organismos vegetais capazes de produzir e sintetizar compostos orgânicos, afirmando que na inexistência de produtores o ecossistema poderá extinguir-se. Faz referência ao livro de Malthus, que alertava os governos sobre as populações humanas crescerem em proporção geométrica e a produção de alimentos crescerem em proporção aritmética, fato que gerou polêmicas intermináveis no século XIX. De maneira crítica alerta sobre as grandes concentrações populacionais, que têm ocasionado a poluição dos rios, dos solos e do ar, chamando-nos a atenção para a importância do equilíbrio ecológico, que impede a superpopulação do mundo e a disponibilidade de alimentos no ecossistema.
Quanto ao impacto ambiental, menciona de forma elucidativa sobre o desenvolvimento tecnológico, assegurando que o seu principal objetivo sempre foi o domínio da natureza. Garante que o homem é a única espécie que se libertou quase na totalidade da dependência da natureza, tornando-se dependente de forma global e não específica como as outras espécies. Finaliza constatando que o ser humano não está sujeito a algumas variedades de plantas ou de animais para a sua sobrevivência, entretanto, é condicionado ao conjunto de vegetais da terra como fonte primária para a produção de alimento, como também de todo o oxigênio existente na composição da biosfera.
* Respambiente é uma Equipe de alunos, Seminário temático do Curso EADADM

Os impactos da alimentação para o meio ambiente



Autor: Jaqueline B. Ramos
Veículo: Site envolverde.ig.com.br
Data da publicação: Terça-Feira, 04/Junho/2008
Fonte: http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=47959&edt=1

RESUMO DA MATÉRIA

O homem através dos séculos, foi inventando novas formas de manobrar o uso do solo e as populações cresceram em ritmo acelerado, aumentando a demanda por alimentos. Segundo Jaqueline, A passagem do estado nômade para a fixação na terra marcou o início do “desenvolvimento da humanidade”, o fato é que o modelo de alimentação industrializado é um forte candidato a causar sérios danos à conservação do meio ambiente e também à saúde do homem. Atenta para o desequilíbrio ecológico sendo o homem o principal agente causador pela prática da monocultura e utilização indiscriminada de fertilizantes químicos nocivos ao meio ambiente no controle das pragas. Portanto uma alimentação de forma sustentável voltada para a agricultura sustentável, exigindo dos produtores respeito as leis ambientais, e a legislação trabalhista, utilizando métodos menos impactantes ao meio ambiente estimular a produção ecológica, organizando-se em cooperativas que estimulem a produção sustentável são algumas soluções apresentadas.

ANÁLISE CRÍTICA

A autora é crítica ao descrever os impactos da alimentação ao meio ambiente. Afirma que na atualidade, as pessoas raramente correlacionam o ato de se alimentar com os impactos negativos que a agricultura moderna tem causado no meio ambiente. Alerta de maneira clara e objetiva sobre o desequilíbrio ecológico causado pela monocultura, pelo uso indiscriminado de fertilizantes químicos e os alimentos transgênicos. A diversidade genética que é vital à sobrevivência das espécies é descrita de forma contundente como o homem interfere nas variedades tradicionais, como a manipulação de plantas e animais ocasionando a “erosão genética”. O tema da matéria possui vários pontos convergentes com o livro, sendo que ambos nos alertam para o perigoso limite atingido pela humanidade em sua relação insustentável com a natureza para a obtenção de fontes de alimentos.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Como nossos pais

FONTE: Terra Magazine

Data: 24 de junho de 2008, 07h57TITULO: Como nossos pais
Autora: Marina Silva.
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI2967634-EI11691,00-Como+nossos+pais.html

Há algumas décadas, apesar de alerta dos ambientalistas, acreditava-se que a natureza teria capacidade ilimitada de recuperação, independente dos danos a ela causados. Entretanto, estamos vivenciando um cenário descrito nos estudos científicos, como a diminuição das geleiras polares, o aumento das temperaturas e a extinção das espécies animais. Portanto, é necessário nos preparar para enfrentar dificuldades trazidas pelo aquecimento global, contribuindo na redução da emissão dos poluentes, gerando atitudes que levem a adoção de medidas em grande escala pelos governantes e pelos segmentos da economia, já que as mudanças climáticas são sentidas no Brasil e em todo o mundo. No mínimo, deveríamos nos dispor a produzir e a consumir de forma mais consciente, já que a adaptação a um planeta mais hostil dependerá de nossa capacidade de unir e interligar saberes e sabedoria e de aprendermos a sermos mais resistentes e menos predadores.
Elaborada com dados atuais de forma elucidativa e imparcial, a matéria descreve sobre a sobrevivência no planeta terra. Apesar dos ambientalistas apontarem há décadas que a degradação ambiental generalizada seria considerada um risco à própria vida humana no planeta, muitos continuam apostando na força da inércia, na crença do “vamos deixar como está porque um dia tudo se ajeita”. Descreve sobre a humildade de rever cânones, constatando que nos dias atuais os humanos da sociedade da alta tecnologia estão assustados, não sabendo lidar com os fenômenos naturais, assim como seus ancestrais. Complementa usando a linguagem dos economistas, que está na hora de fazer o nosso encontro de contas com a natureza, por meio do diálogo de saberes, como diz Edgar Morin, sendo que esta conexão de experiências dará outra qualidade à nossa readaptação ao planeta, de quem recebemos tanto e tratamos tão mal. Pequenas atitudes, mas que podem ser o começo de uma nova relação.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Sistema alimentar na era pós-petroleira




Autor: Miguel A. Altieri
Veículo: Site Cartamaior.com.br
Data da publicação: Terça-Feira, 22 de Abril de 2008

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14955



A agricultura mundial clama socorro, pressões desencadeiam uma crise sem precedentes no sistema alimentar global, que já se manifesta em protestos por escassez de alimentos em muitos países. Os preços inflacionários do petróleo aumentam os custos de produção e os preços dos alimentos. O sistema alimentar em colapso, simplesmente falhou em seu cálculo de que o livre comércio internacional seria a chave para solucionar esse problema mundial. Os consumidores devem diminuir o consumo de proteína animal e ainda tomar consciência de que sua qualidade de vida está atrelada ao tipo de agricultura, não só pelo tipo e qualidade de cultivos que aí são produzidos, mas pelos serviços ambientais. A velocidade com que essa mudança deve ser implementada, é rápida, porém o que está em questão é se existe realmente vontade política de transformar radical e velozmente o sistema alimentar, antes que a fome e insegurança alimentar alcancem proporções irreversíveis.
Os impactos causados ao meio ambiente pelo modelo atual de agricultura industrial, são descritos pelo autor de forma crítica e elucidativa. Relata que o padrão industrial capitalista dependente do petróleo não funciona para suprir os alimentos necessários, e que a expansão de terras agrícolas destinadas a biocombustíveis ou cultivos transgênicos já constitui 120 milhões de hectares, sendo a agricultura industrial responsável por 1/3 das emissões globais de efeito estufa, especialmente metano e óxidos nitrosos. Conclui que o desafio imediato de nossa geração será iniciar a transição dos sistemas alimentares para que tornem independentes do petróleo, propiciando formas de agricultura ecológica, sustentável e socialmente justa, antes que a fome e a insegurança alimentar alcancem proporções irreversíveis em nosso planeta. O tema é atual e de interesse peculiar para a Administração, que está voltada às decisões eficazes, com responsabilidade social e ambiental.