PORQUE RESPONSABILIDADE AMBIENTAL???

Refletir sobre a importância da vida e quanto podemos interferir no aprimoramento das condições de vida em coletividade, o uso desregrado dos recursos naturais e os danos a eles causados.
Valorizamos atitudes que refletem a ética e responsabilidade de todos!!!

terça-feira, 8 de junho de 2010

POLÊMICA BR440 JF - MG

A luta contra a construção da Br 440 continua, pois o povo não quer, mesmo assim insistem na continuação da mesma, um desrespeito com a natureza e o povo em favor do progresso. O povo luta com as armas que tem e colocarão faixas em sinal de protesto, conforme informe de Marilene Sansão:amanhã teremos nossa reunião na APES às 19:00h e o assunto principal será a organização do ato público com panfletagem no trevo em frente ao Portal Norte da UFJF nas próximas 6ª feiras (11/06 e 18/06). Nessas ocasiões distribuiremos panfletos denunciando o absurdo da BR 440 e chamando o publico para o Abraço à Represa, marcado para o dia 19/06.

Faixas com os seguintes dizeres:

QUEREMOS OBRAS, NÃO A BR 440!

VIA SÃO PEDRO, SIM! BR 440, NÃO!

POPULAÇÃO DE JF, ATENÇÃO!

QUEREM DESTRUIR NOSSAS REPRESAS!
ATENÇÃO, JUIZ DE FORA!
QUEREM DESTRUIR NOSSAS REPRESAS!

O PREFEITO CUSTÓDIO MATTOS É

INIMIGO DE NOSSAS ÁGUAS!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

RESPONSABILIDADE AMBIENTAL: Como funcionam as queimadas

RESPONSABILIDADE AMBIENTAL: Como funcionam as queimadas

Como funcionam as queimadas





Queimadas: um problema ecológico e social

por Luís Indriunas

http://ambiente.hsw.uol.com.br/queimadas.htm






RESUMO

As queimadas comumente feitas de maio a dezembro, por pequenos agricultores e/ ou grileiros, para “limpeza” da área de plantio técnica arcaica e prejudicial ao ecossistema como a própria produção agrícola continuam acontecendo, a princípio, o pequeno agricultor queima para acabar com pragas e doenças, preparar o solo para pastagem ou plantio e nos canaviais, para facilitar a colheita. Na Amazônia, o mesmo acontece, porque pequenos agricultores não tendo maquinário como o trator, o modo mais fácil são as queimadas. Nas outras regiões como o Nordeste e o Sudeste, algumas queimadas são feitas para facilitar a colheita da cana-de-açúcar. A queimada de plantações de algodão, é feita uma touceira (monte de restos de plantas) para queimar o que sobrou da colheita, pois essa queimada é obrigatória por lei, por causa do fantasma do bicudo, uma praga comum a esse tipo de monocultura.
Atualmente, o governo trabalha com programas como o Prevfogo para conter esse problema.
ANALISE CRITICA
A matéria aborda um assunto atual e polêmico que são as queimadas efetuadas em nosso país, pelos pequenos agricultores e pelos grileiros. Segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), uma parte dos seis milhões de km2 que compõe a floresta amazônica corre o risco de se transformar em savana, caso prossiga o atual cenário e a progressão do desflorestamento na região. Apesar de a queimada ser considerada um instrumento agrícola para limpeza da roça, manutenção do pasto e eliminação de insetos e pragas, não podemos desconsiderar os danos que ela proporciona ao nosso meio ambiente. Como erradicar com as queimadas e manter a sobrevivência dos pequenos agricultores na Amazônia, tem sido um dos grandes desafios de governantes e governados, cientes da necessidade urgente de soluções que promovam o crescimento sustentável da Amazônia. Concordamos que a divulgação de dados sobre os danos ambientais é extremamente importante para a consciência de todos, entretanto, são necessárias ações efetivas e urgentes para que a prática das queimadas seja substituída por técnicas alternativas, que não causem tantos danos ao meio ambiente.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

BR440

Comdema autoriza intervenção na represa de São Pedro para construção da BR-440

Resumo

O Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema) em audiência extraordinária autorizou a intervenção em área de preservação permanente, próxima à Represa de São Pedro, para a construção da BR-440, que vai ligar as rodovias BR-040 e BR-267, Juiz de Fora. Pelo projeto serão construídas duas pistas de rolamento, acostamento, passeios e passarelas para pedestres, além de canteiros e faixas de segurança. Conforme a secretária administrativa do Comdema Sueli, antes do início das obras será feita uma análise na Represa de São Pedro e uma medição periódica para constatar a integridade da água durante a execução da obra.

Analise crítica

A sobrevivência da espécie humana e sua qualidade de vida dependem de um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Atualmente temos presenciado o desordenado crescimento urbano das grandes e médias cidades e constatado a necessidade de melhorias na infra-estrutura para atender a essas demandas de desenvolvimento. Como aliar esse crescimento sem causar grandes danos ao meio ambiente tem sido um dos grandes desafios de nossos governantes. A matéria trata de um assunto interessante e atual, que é o desafio de construir uma rodovia ao lado de uma represa, preservando o meio ambiente. Não questionamos sobre a importância da construção da BR 440, porque acreditamos ser necessária para aliviar o caótico trânsito de Juiz de Fora, entretanto, constatamos ser imperativo a avaliação das questões ambientes como parte integrante da concepção do projeto até a sua posterior implantação, para que possam ser aliados os benefícios proporcionados pela construção dessa rodovia com a imprescindível preservação de nosso meio ambiente. Esperamos que realmente os órgãos responsáveis atuem firmemente no sentido de manter de forma contundente, referente a Empresa construtora à integridade e a preservação da Represa aliada a execução da obra.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O CRESCIMENTO POPULACIONAL E O MEIO AMBIENTE

Equipe Respambiente*

BRANCO, S. M. O meio ambiente em debate. São Paulo: Moderna, 1988.

Capítulos 10 a 12 – páginas 66 a 87
Samuel Murgel Branco aposentado em 1990, passou a aplicar-se quase exclusivamente à literatura infanto-juvenil, notadamente sobre natureza e meio ambiente. Recebeu os prêmios José Reis de Divulgação Científica e Azevedo Netto em Saneamento, entre outros, sendo seguramente, um dos mais ilustres nomes em Engenharia Sanitária no Brasil do Século XX. Em o Meio Ambiente em debate, ao descrever sobre o crescimento populacional e a proporção do território habitável Branco relata que a saída para esse impasse é o aumento da produção de alimentos por área cultivada, que poderia ser resolvido com o uso de fertilizantes/ irrigação; aumento da produção através de técnicas de aclimatação e engenharia genética ou a redução das perdas ocasionadas, por pragas da lavoura e deterioração no armazenamento. Tais iniciativas têm obtido apoio dos Governos porem o controle de pragas e o uso de fertilizantes tem sido os mais aplicados devido ao grande interesse das indústrias químicas. Afirma que o fato de não serem produtos bem específicos exterminam também formigas, aranhas, e pássaros que naturalmente se alimentam das pragas nocivas, causando então um desequilíbrio do ecossistema. Cita a escritora Rachel Carson que, em seu livro chama atenção sobre o acumulo desses compostos tóxicos ao longo da cadeia alimentar, lembrando que ao final dessa cadeia está o homem com certeza.
Branco afirma que talvez não seja possível o banimento do uso de inseticidas, porém existem alternativas para que para controlar as “pragas” com os seus predadores naturais, pois nenhuma espécie em principio não é praga, o que a torna praga é o seu desenvolvimento descontrolado, desequilibrado. Inúmeras experiências bem sucedidas têm sido feitas no sentido de cultivar espécies inimigas naturais das pragas. Ou mesmo a seleção de iscas contendo inseticidas o que diminuiria bastante as áreas afetadas. E em relação aos grãos armazenados. Branco assegura que a irradiação por meio de raios gama e outros tipos de ações físicas que destroem os insetos sem a alteração do alimento.
Ao fazer referência sobre a poluição urbana observa que a cidade corresponde a uma etapa consumidora do sistema , pois seus resíduos são lançados ao solo em aterros sanitários, aos rios, ou na atmosfera sem a devida reciclagem dos componentes químicos. Não havendo reciclagem dessas substancias químicas há o aumento da poluição cada vez maior da água, do ar e do solo. Assegura que a poluição dos esgotos podem ser tratados, e através da biodigestão podem se transformar em combustível para motores a explosão.
Quanto ao problema do lixo urbano, menciona de forma esclarecedora que solução ideal para os resíduos de esgoto é através de processos de fermentação aeróbia controlada, fazendo retornar ao solo os elementos dele tirado, ou seja, a compostagem. No entanto, Branco afirma que talvez o maior problema seja o transporte, então por hora o que tem atenuado o problema é a construção de aterros energéticos que geram gases utilizados diretamente na indústria.
Conclui dizendo que a cultura de um povo é o estilo típico de adaptação ao seu próprio ambiente, e afirma que os paises realmente desenvolvidos não sacrificam sua cultura em favor do crescimento a todo custo e seus cidadãos preservam a integração social, a dignidade e a preservação da cultura nacional.
* Respambiente é uma Equipe de alunos, Seminário temático do Curso EADADM

COMPOSTAGEM

Autor: Alexandre de Freitas
Veículo:
http://www.lixo.com.br/
Fonte:
http://www.lixo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=147&Itemid=254
Data da publicação: Sexta-Feira, 20 de Outubro de 2007



Resumo da Matéria

Os chineses praticam a compostagem há mais de cinco mil anos, entretanto, a natureza já utiliza essa prática desde o surgimento dos microorganismos decompositores, há bilhões de anos. Tradicionalmente a compostagem é vista como uma prática de propriedades rurais para transformar resíduos agrícolas em adubos e das centrais de reciclagem com a finalidade de diminuir o volume do material poluente. No espaço urbano existe a crença de que lixo deve ser recolhido pela prefeitura e despejado em algum lugar, porém podemos colaborar com este processo, já que praticamente qualquer coisa orgânica é passível de compostagem. É possível montar em nossa residência um sistema de compostagem considerado bem eficiente utilizando espaços mínimos e posteriormente quando o composto ficar pronto utiliza-los nas flores, folhagens e temperos. Cooperando para a diminuição dos aterros e lixões, a compostagem domiciliar pode ser considerada um ato de cidadania que deve ser ensinado as crianças e amigos.


ANÁLISE CRÍTICA


Uma das maiores prioridades dos gestores públicos e das pessoas que possuem responsabilidade ambiental é sobre o destino que deve ser dado ao lixo urbano. Em nosso país, sabemos que a maior parte do lixo urbano é destinada aos lixões, ocasionando um enorme impacto ambiental. O artigo descreve de maneira elucidativa, sobre como podemos contribuir para a diminuição dos efeitos negativos ocasionados pelo lixo urbano, ensinando-nos a montar uma composteira dentro de casas e apartamentos, utilizando espaços com dimensões mínimas. A matéria foi elaborada de forma objetiva e de fácil percepção, nos leva a compreender que através da criatividade e disposição todas as pessoas, inclusive crianças, podem contribuir efetivamente para a diminuição dos aterros e dos lixões. O tema do artigo é atual possuindo como pontos convergentes com o livro, a preocupação sobre os problemas gerados pelo lixo urbano, sendo que ambos descrevem formas criativas e ecologicamente corretas para o seu tratamento.