PORQUE RESPONSABILIDADE AMBIENTAL???

Refletir sobre a importância da vida e quanto podemos interferir no aprimoramento das condições de vida em coletividade, o uso desregrado dos recursos naturais e os danos a eles causados.
Valorizamos atitudes que refletem a ética e responsabilidade de todos!!!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Como nossos pais

FONTE: Terra Magazine

Data: 24 de junho de 2008, 07h57TITULO: Como nossos pais
Autora: Marina Silva.
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI2967634-EI11691,00-Como+nossos+pais.html

Há algumas décadas, apesar de alerta dos ambientalistas, acreditava-se que a natureza teria capacidade ilimitada de recuperação, independente dos danos a ela causados. Entretanto, estamos vivenciando um cenário descrito nos estudos científicos, como a diminuição das geleiras polares, o aumento das temperaturas e a extinção das espécies animais. Portanto, é necessário nos preparar para enfrentar dificuldades trazidas pelo aquecimento global, contribuindo na redução da emissão dos poluentes, gerando atitudes que levem a adoção de medidas em grande escala pelos governantes e pelos segmentos da economia, já que as mudanças climáticas são sentidas no Brasil e em todo o mundo. No mínimo, deveríamos nos dispor a produzir e a consumir de forma mais consciente, já que a adaptação a um planeta mais hostil dependerá de nossa capacidade de unir e interligar saberes e sabedoria e de aprendermos a sermos mais resistentes e menos predadores.
Elaborada com dados atuais de forma elucidativa e imparcial, a matéria descreve sobre a sobrevivência no planeta terra. Apesar dos ambientalistas apontarem há décadas que a degradação ambiental generalizada seria considerada um risco à própria vida humana no planeta, muitos continuam apostando na força da inércia, na crença do “vamos deixar como está porque um dia tudo se ajeita”. Descreve sobre a humildade de rever cânones, constatando que nos dias atuais os humanos da sociedade da alta tecnologia estão assustados, não sabendo lidar com os fenômenos naturais, assim como seus ancestrais. Complementa usando a linguagem dos economistas, que está na hora de fazer o nosso encontro de contas com a natureza, por meio do diálogo de saberes, como diz Edgar Morin, sendo que esta conexão de experiências dará outra qualidade à nossa readaptação ao planeta, de quem recebemos tanto e tratamos tão mal. Pequenas atitudes, mas que podem ser o começo de uma nova relação.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Sistema alimentar na era pós-petroleira




Autor: Miguel A. Altieri
Veículo: Site Cartamaior.com.br
Data da publicação: Terça-Feira, 22 de Abril de 2008

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14955



A agricultura mundial clama socorro, pressões desencadeiam uma crise sem precedentes no sistema alimentar global, que já se manifesta em protestos por escassez de alimentos em muitos países. Os preços inflacionários do petróleo aumentam os custos de produção e os preços dos alimentos. O sistema alimentar em colapso, simplesmente falhou em seu cálculo de que o livre comércio internacional seria a chave para solucionar esse problema mundial. Os consumidores devem diminuir o consumo de proteína animal e ainda tomar consciência de que sua qualidade de vida está atrelada ao tipo de agricultura, não só pelo tipo e qualidade de cultivos que aí são produzidos, mas pelos serviços ambientais. A velocidade com que essa mudança deve ser implementada, é rápida, porém o que está em questão é se existe realmente vontade política de transformar radical e velozmente o sistema alimentar, antes que a fome e insegurança alimentar alcancem proporções irreversíveis.
Os impactos causados ao meio ambiente pelo modelo atual de agricultura industrial, são descritos pelo autor de forma crítica e elucidativa. Relata que o padrão industrial capitalista dependente do petróleo não funciona para suprir os alimentos necessários, e que a expansão de terras agrícolas destinadas a biocombustíveis ou cultivos transgênicos já constitui 120 milhões de hectares, sendo a agricultura industrial responsável por 1/3 das emissões globais de efeito estufa, especialmente metano e óxidos nitrosos. Conclui que o desafio imediato de nossa geração será iniciar a transição dos sistemas alimentares para que tornem independentes do petróleo, propiciando formas de agricultura ecológica, sustentável e socialmente justa, antes que a fome e a insegurança alimentar alcancem proporções irreversíveis em nosso planeta. O tema é atual e de interesse peculiar para a Administração, que está voltada às decisões eficazes, com responsabilidade social e ambiental.

sábado, 3 de maio de 2008

Agricultura moderna leva ao desastre

Fonte: Envolverde REVISTA DIGITAL

Data:16/04/2008

AUTOR: Por Hans R. Herren*

http://www.rts.org.br/artigos/agricultura-moderna-leva-ao-desastre

Uma mudança na ciência e na tecnologia agrícola deveria ser realizada, pois conforme ocorre hoje, como nos bem sintetiza Hans Herren, estamos destruindo nosso patrimônio, tornando-o insustentável, o uso intensivo da energia procedente dos combustíveis, de origem fóssil e do capital, não levando em conta efeitos externos de sua atividade, propicia um desgaste excessivo do solo,. Segundo Hans paises mais pobres são perdedores na maioria dos cenários de liberalização comercial. “Atitudes políticas e econômicas conflituosas”, de paises desenvolvidos que se opõem a mudanças nos regimes de comércio ou sistemas de subsídios. Logo, paises mais pobres atravessam tempos difíceis, pois necessitam proteger o próprio desenvolvimento. Outra censura é quanto a agricultura das grandes corporações, voltada ao lucro. Os investimentos em ciência agrícola e sua colocação à disposição dos agricultores diminuíram com o tempo, embora haja necessidade urgente do desenvolvimento e difusão de soluções sustentáveis.

O autor é crítico nos leva a refletir sobre os impactos causados pela agricultura moderna ao nosso meio ambiente. Descreve sobre as divergências existentes na agricultura, relatando sobre a necessidade de uma transformação na ciência e tecnologia agrícola, proporcionando a todos a difusão de soluções sustentáveis, ambientalmente seguras e eqüitativas para a produção de alimentos, disseminando o desenvolvimento. Repreende as atitudes políticas e econômicas dos países desenvolvidos e a agricultura das grandes corporações, voltadas para o lucro, que continuam prosperando no modelo agrícola atual. Conclui que sem mudanças profundas na maneira da produção atual dos alimentos, haverá o esgotamento dos recursos naturais e o planeta sofrerá danos duradouros, colocando em risco o futuro das próximas gerações. O tema é atual e característico para a Administração Rural, que estuda os processos racionais das decisões e ações administrativas em organizações rurais.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Amazônia volta a atropelar - RESUMO

Autor: Washington Novaes
Veículo: Jornal Estadão
Data da publicação: Sexta-Feira, 11 de Abril de 2008

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080411/not_imp154990,0.php



Surgiram notícias infladas depois que o governo federal editou a Medida Provisória 422, permitindo a regularização de terras na Amazônia. O Greenpeace criticou fortemente dizendo que ela beneficia infratores e "autoriza, em ano eleitoral", legalizar áreas públicas invadidas. Das promessas que estavam no plano de ação de 13 Ministérios apenas 30% foram cumpridas para prevenção e controle do desmatamento. A ministra do Meio Ambiente, reconhece que "a dinâmica da ilegalidade" no bioma é mais rápida que providências anunciadas pelo governo para coibir o desmatamento ilegal. Nesse interim reabrem-se discussões sobre a concessão de florestas públicas para manejo e extração de madeira. Apesar das controvérsias sobre a erosão genética e de experiências negativas em varios paises há uma nova proposta dos professores Charles e Niro, do Instituto de Pesquisas da Amazônia, que através do zoneamento ecológico/ econômico podem ser melhormente esplorados assegurando que ocorrerá aproveitamento de 70% da madeira extraída.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Amazônia volta a atropelar - Analise crítica

Autor: Washington Novaes
Veículo: Jornal Estadão
Data: Sexta-Feira, 11 de Abril de 2008


http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080411/not_imp154990,0.php

De posse de dados fornecidos pelo INPE, o autor descreve de maneira elucidativa, precisa e imparcial sobre o aumento do desmatamento nos ecossistemas amazônicos. A matéria é atual, dispondo sobre as conseqüências que poderão advir a partir da Medida Provisória 422, que estimularia o desmatamento. Relata a reabertura das discussões sobre a concessão de florestas públicas para o manejo e extração de madeira. O tema é controverso, pois, para o professor Edson A. Zanetti, mestre em manejo florestal, as concessões são inviáveis, levando essas áreas à exaustão. Entretanto, os professores Charles R. Clemente e Niro Higuchi, afirmam que com o uso da tecnologia de ponta, será possível o aproveitamento de 70% da madeira extraída, apesar de reconhecerem a legitimidade das dúvidas sobre a erosão genética em projetos de manejo. O tema é de interesse para a Administração, alertando sobre os desafios a serem enfrentados em locais distantes e culturalmente distintos.





quarta-feira, 2 de abril de 2008

Valoração de serviços ambientais em sistemas agroflorestais: métodos, problemas e perspectivas - RESUMO



Autor: Paulo Choji Kitamura
Veículo: Revista Meio Ambiente
Data de publicação: 18/03/2008




Na atualidade, a busca de novas formas de competição baseadas na diferenciação ambiental de produtos e serviços. A agricultura torna-se dependente dos limites e restrições ambientais incorporando o ambiente à estratégias competitivas. Diante do reconhecimento de que o mercado não consegue captar os valores de uso indireto economistas preparam instrumentos de política ambiental, como valoração e mecanismos a ela associados, capazes de internalizar no mercado serviços ambientais. Destacam-se avanços em termos de métodos valoração tanto monetária quanto não-monetária dos serviços ambientais. Essa valoração baseada na Função de Produção consideram o meio ambiente e os recursos associados como insumos para a produção e métodos que utilizam a Função de Demanda admitem que a mudança na disponibilidade de recursos naturais modifica a disposição de consumidores ou produtores a aceitar pagamento por esses recursos. Assim poderemos obter benefícios ambientais que não passam pelo mercado, como a preservação da biodiversidade.

Valoração de serviços ambientais em sistemas agros florestais: métodos, problemas e perspectivas. - ANÁLISE CRITICA


O autor narra de maneira crítica e imparcial a competitividade dos sistemas agro-florestais, relatando que esses sistemas não podem ser dependentes da internalização dos serviços ambientais, sendo que as receitas apenas complementam os benefícios diretos. Informa que com o crescimento dos assuntos relacionados às mudanças climáticas e o seqüestro do carbono, sistemas agro-florestais representarão o crescimento dos sistemas produtivos agrícolas, considerando uma oportunidade de complemento de renda para os agricultores amazônicos. A matéria é de típico interesse para os administradores, que embasados nos dados da reportagem, poderão planejar os futuros investimentos das empresas interessadas a aplicarem recursos no novo mercado agro-florestal em expansão.